segunda-feira, 7 de abril de 2014

Evolução, alegoria e adereços





























Não era avenida ou favela
apenas claustrofóbica cela
elétrico covil
vulnerável meio hostil
Proteção apenas de Maria
da pena, da Penha
e do Santo Clodovil
(ninguém sabe, era noite, ninguém viu!)
Fulgurou apenas por um instante
apenas a lembrança
do dia, do diamante
dos longínquos hinos,
dos pequenos pedregulhos
dos passados Diamantinos
carnaval de luzes
tirando máscaras
liquefazendo capuzes
com o poder da rima
fugaz como uma fantasia que brilha e termina
Gloriosa como Evandro de Castro e Lima...

Um comentário:

Wasil Sacharuk disse...

hahahaha
impagável!