sexta-feira, 6 de maio de 2011

Peito mudo

Perdi as rimas na multidão de afetos
ainda não era dia na noite eterna da alma
chamei por elas nos ecos de meus cristalinos tímpanos
anteriores sons do primordial antigo mundo
pequenos tilintares de afetos
anúncios de peitos em címbalos rimbombantes
apenas fonemas gritando amor
dentro dos megafones
em páginas na estante.

Um comentário:

João Ludugero disse...

Boa tarde!
Adorei vir aqui.
Eu, espaçoso que sou, já tô que tô dentro, te seguindo. Gostei do seu site. Adorei ler tudo que li e reli. Saí reverdecido. Voltarei, pois adoro blogs inteligentes. Tenha um resto de fim de semana bem supimpa. Saúde e alegrias duradouras. Deixo-te meu abraço assim iluminado.
Até mais!
João Ludugero, poeta.
www.ludugero.blogspot.com
Obs.: Se tiver um tempo, passe lá no meu blog. Vou adorar ter por lá seus coments.